O suicídio assistido incentiva uma participação global na rejeição de Jesus como o Messias, ao negar o sofrimento redentor.
Por Patti Armstrong
Há um poder sobrenatural no sofrimento que transcende nossa compreensão. Mas o medo do sofrimento tornou-se uma arma no arsenal do diabo, que o utiliza para impulsionar cada vez mais o suicídio assistido pelo Estado, apresentado como uma melhoria no plano de Deus.
Em 12 de dezembro, Illinois tornou-se o 12º estado a promulgar legislação que oferece aos pacientes terminais uma saída da vida por meio do suicídio assistido por médico. O anúncio da governadora de Nova York, Kathy Hochul, em 17 de dezembro, revelou que Nova York está destinada a ser o azarado estado número 13 (juntamente com o Distrito de Columbia).
Uma opção misericordiosa?
No jornal nova-iorquino Times Union, Hochul descreveu a medida como simplesmente acelerar o inevitável, já que só aceitarão pacientes terminais com no máximo seis meses de vida. Ela a chama de “uma opção misericordiosa para aqueles que sofrem”, ignorando que existem medidas para alívio da dor e cuidados compassivos.
