Mais uma grave blasfêmia contra os sagrados valores da nossa fé católica acontece nos palcos do Teatro em Tubaté. É a Peça “Decameron – o sagrado profano” – uma adaptação da obra de Giovanni Boccaccio, conhecido ator erótico do século XIV. É realizada pelo Grupo de Teatro “BlasFêmeas”.
Como uma grande festa de carnaval, com direito a vinho e ao ritmo das
Escondendo-se atrás da “arte”, os atores representam quatro das novelas da obra: “A sacanagem”, “O convento”, “A beatificação” e “O purgatório” com cenas pornográficas envolvendo religiosos.
A direção é de Wladimir Pereira.
“Mesmo sendo escrita há 600 anos, a obra é muito atual”, comenta o diretor, Wladimir Pereira.
A mistura de religião e sexo, dividindo o mesmo palco, é o que mais chama a atenção do público, objetos religiosos ganham conotação sexual e assuntos, como castidade, são tratados de forma bem humorada.(sarcastica e sem pudor na verdade)
“O projeto é diferente. Eu tenho uma formação teatral conservadora, no início o texto foi contra a vários princípios”, revela o ator, Cláudio Viana.
A peça é composta apenas por atores, que interpretam diversos personagens, como freiras e padres e a representação do diabo.
Não há como não ver ai uma tentativa de desenterrar uma obra erótica do passado para jogar lama na Igreja e nos religiosos. Pode ter havido erros dos filhos da Igreja – eles são também pecadores - mas daí a levar esses erros a público, em forma de comédia satirica, é tentar desmoralizar a fé católica e os religiosos. Por que não se faz isso com outras crenças? Por que não daria IBOPE? Por que haveria ameaças de morte? Por que não daria fama?
É notório que profanar a Igreja chama a atenção, porque ela é a Instituição mais bem avaliada diante do povo, mostram as pesquisas. Então, investem nesse tipo de atividade aqueles que querem “faturar” à custa dela, numa aliança sórdida com o desejo também de profaná-la.
A liberdade de expressão existe e é necessária, mas desde que não se ofenda as pessoas e sua fé e, especialmente, os seus sagrados valores. Isso é um desserviço à cidadania e ao bom relacionamento. Provoca ódio e reações fortes nas pessoas. Não se pode confundir liberdade com libertinagem. O meu direito de dar socos no ar vai até eu não ferir o nariz do meu irmão. Isso não seria mais liberdade e sim libertinagem.
Cabe aos católicos e às pessoas de boa conduta, boa vontade e ética, e que ainda prezam pelos bons costumes, manifestarem – se contra essas ofensas e blasfêmias maldosas, de modo não violento e nem agressivo, mas firme e corajoso. Defender a fé e os bons costumes é um preceito da nossa Igreja.
http://www.guiataubate.com.br/canais/noticia,3227,comedia-narra-historias-de-religiao-e-infidelidade.html
http://vozdovaleonline.com.br.nrserver10.net/blog/?p=12602
http://reporterdecristo.com/blasfemias-contra-a-igreja-catolica-virou-espetaculo-teatrodecameron-o-sagrado-e-o-profano/
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