Sóror Marie-Rose Genoud, religiosa ursulina do cantão de Valais, na
Suíça, já era bem conhecida pelo seu ativismo em favor de imigrantes
ingressados ilegalmente. Agora deu mais um passo, declarando-se
favorável à eutanásia, disfarçada em “suicídio assistido”, informou a
revista francesa La Vie.
Em entrevista à revista semanal Schweiz am Sonntag, a religiosa suíça apoiou todas as pessoas que “com pleno conhecimento de causa, escolhem pôr fim à sua vida”, suicídio gravemente proibido pelo V Mandamento da Lei de Deus.
Ela justificou sua imoral posição com a frase “Deus está pela liberdade”. Segundo a religiosa de 75 anos, as associações que promovem o suicídio “assistido” atendem a um desejo “legítimo” da população.
Dom Norbert Brunner, bispo de Sion, lembrou que o ensinamento da Igreja Católica é muito claro contra o “suicídio assistido” e que Sóror Marie-Rose Genoud não o obedecia.
Mas o bispo prometeu que dialogaria com a freira e “procederia a um intercâmbio de ideias, mas não aplicaria eventuais sanções”.
A Conferência Episcopal Suíça (CES), através de seu porta-voz Simon Spengler, aproveitou a oportunidade para defender “que um debate é necessário, inclusive no interior da Igreja”, sobre temas que estão fora de discussão há séculos.
Essa posição dialogante rendeu copiosos dividendos à contestação subversiva da freira que não quer seguir os Mandamentos da Lei de Deus.
Em entrevista à revista semanal Schweiz am Sonntag, a religiosa suíça apoiou todas as pessoas que “com pleno conhecimento de causa, escolhem pôr fim à sua vida”, suicídio gravemente proibido pelo V Mandamento da Lei de Deus.
Ela justificou sua imoral posição com a frase “Deus está pela liberdade”. Segundo a religiosa de 75 anos, as associações que promovem o suicídio “assistido” atendem a um desejo “legítimo” da população.
Dom Norbert Brunner, bispo de Sion, lembrou que o ensinamento da Igreja Católica é muito claro contra o “suicídio assistido” e que Sóror Marie-Rose Genoud não o obedecia.
Mas o bispo prometeu que dialogaria com a freira e “procederia a um intercâmbio de ideias, mas não aplicaria eventuais sanções”.
A Conferência Episcopal Suíça (CES), através de seu porta-voz Simon Spengler, aproveitou a oportunidade para defender “que um debate é necessário, inclusive no interior da Igreja”, sobre temas que estão fora de discussão há séculos.
Essa posição dialogante rendeu copiosos dividendos à contestação subversiva da freira que não quer seguir os Mandamentos da Lei de Deus.

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