Há dois dias o Vaticano anunciou a prisão de Jozef Wesolowoski, ex-arcebispo acusado de pagar para fazer sexo com crianças quando servia como embaixador papal na República Dominicana.
por O Globo / Com agências internacionais
ROMA - O papa Francisco destituiu o bispo da diocese paraguaia de
Ciudad del Este, Rogerio Livieres, acusado de ter acobertado casos de
pedofilia e de má gestão da diocese, anunciou o Vaticano.
A determinação do pontífice foi anunciada em uma nota oficial, na qual papa reconhece que foi “uma decisão árdua tomada por razões pastorais”.
Há dois dias o Vaticano anunciou a prisão de Jozef Wesolowoski, ex-arcebispo acusado de pagar para fazer sexo com crianças quando servia como embaixador papal na República Dominicana, no primeiro caso de prisão por pedofilia na cidade-estado sede da Igreja Católica. Aos 66 anos, o ex-arcebispo é a mais figura mais proeminente da Igreja a ser preso desde Paolo Gabriele, mordomo papal condenado em 2012 por roubo e vazamento de documentos privados do papa emérito Bento XVI.
A destituição e a prisão fazem parte do compromisso pessoal do papa Francisco, que prometeu tolerância zero contra os clérigos católicos que abusam sexualmente de crianças. Em maio, ele chamou tais abusos como “crimes horríveis” e os comparou a “uma missa satânica”. Em julho, disse a vítimas que a Igreja deve “chorar e fazer reparação” pelos crimes.
A determinação do pontífice foi anunciada em uma nota oficial, na qual papa reconhece que foi “uma decisão árdua tomada por razões pastorais”.
Há dois dias o Vaticano anunciou a prisão de Jozef Wesolowoski, ex-arcebispo acusado de pagar para fazer sexo com crianças quando servia como embaixador papal na República Dominicana, no primeiro caso de prisão por pedofilia na cidade-estado sede da Igreja Católica. Aos 66 anos, o ex-arcebispo é a mais figura mais proeminente da Igreja a ser preso desde Paolo Gabriele, mordomo papal condenado em 2012 por roubo e vazamento de documentos privados do papa emérito Bento XVI.
A destituição e a prisão fazem parte do compromisso pessoal do papa Francisco, que prometeu tolerância zero contra os clérigos católicos que abusam sexualmente de crianças. Em maio, ele chamou tais abusos como “crimes horríveis” e os comparou a “uma missa satânica”. Em julho, disse a vítimas que a Igreja deve “chorar e fazer reparação” pelos crimes.
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Papa destitui bispo do Paraguai por acobertar casos de pedofilia
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